terça-feira, 5 de abril de 2011

A noção de Verdade

O treinador de uma certa equipa de futebol, justificou, para quem quis ouvir, a vitória no jogo e do campeonato pela moral que era dada aos jogadores decorrente das mentiras que sobre essa dita equipa eram ditas. Mais, referiu que o resultado poderia ter sido mais dilatado, dando como exemplo o lance em que o mergulhador-mor se isola ficando cara a cara com o Roberto. Muito Bom, aprendeu depressa que o importante não são as baboseiras que se dizem, mas sim a pose com que são ditas. O que o rapaz se esqueceu de dizer, ele e 99,99% da imprensa nacional, é que o dito jogador, no tal lance, habilidoso como é, ajeitou a bola com ambas as mãos. Afirmar este tipo de verdade, só para os cégos e os maus jornalistas.

5 comentários:

  1. lol, estás a sentir-te sozinho, barão?

    E num post onde falas em noção de verdade, só porque és demasiado estúpido para não veres a figura de parvo que fazes, a única coisa que te merece referência é um lance com o fantástico Falcão que ao contrário do teu velocíssimo cardozo, não agride ninguém?

    Tal como o fez o xavo garcia, ou as 3 bolas jogadas com a mão pelo jara, ou ainda falando em maozinhas, a expulsão perdoada ao aimar e depois ao lolberto.

    E o menino barão enche o peito e vem falar em que lance?

    Como consegues convencer as pessoas que estás a falar verdade quando lhes desejas um simples "bom dia"?

    Talvez ninguém acredite nessa tua inferior "noção de verdade" nem num simples "bom dia" teu.

    Que paspalho.

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  2. Os teus sonhos húmidos, quando equiparas o teu clube ao barcelona...(risos)
    Falando de similaridades, o máximo que poderás alcançar algum dia, é seres uma espécie de Pôncio.

    Reparei que desites de ser paspalho, desces mais um degrau.

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  3. Fosses tu alguém que me conhecesse longe deste teu enganador e cobarde anonimato, onde a tua ilusão cresce a cada regurgitação, e pensaria eu que ninguém consegue ser tão rastejante. A corda não vai poder esticar muito mais.

    Mais do que paspalho e cobarde, também tu, manfredo, chegarás um dia a ser uma espécie de leonor pinhão. Mas sem tomates.

    E depois, tal como o Pôncio, morrerás.

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