quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Mais um episódio da crónica...

... de uma morte anunciada.

"Os bancos adquiriram na semana passada 99,7 por cento dos 55 milhões de euros em valores mobiliários obrigatoriamente convertíveis em acções. Quando esses valores se converterem em acções, o que acontecerá durante um prazo de cinco anos, os bancos ficarão com 58 por cento do capital da SAD.

Outra alternativa nas mãos do Sporting, no caso de não querer exercer a opção de compra sobre os valores convertíveis em acções, passa pelo aumento de capital através da cedência em espécie dos direitos de superfície do Estádio José de Alvalade, que estarão avaliados entre os 15 e os 18 milhões de euros."

Aqui.

1 comentário:

  1. É pau, é pedra, é o fim do caminho
    É um resto de toco, é um pouco sozinho
    É um caco de vidro, é a vida, é o sol
    É a noite, é a morte, é o laço, é o anzol

    É peroba do campo, é o nó da madeira
    Caingá, candeia, é o MatitaPereira
    É madeira de vento, tombo da ribanceira
    É o mistério profundo, é o queira ou não queira

    É o vento ventando, é o fim da ladeira

    É a viga, é o vão, festa da cumeeira
    É a chuva chovendo, é conversa ribeira
    Das águas de março, é o fim da canseira

    É o pé, é o chão, é a marcha estradeira
    Passarinho na mão, pedra de atiradeira
    É uma ave no céu, é uma ave no chão
    É um regato, é uma fonte, é um pedaço de pão

    É o fundo do poço, é o fim do caminho
    No rosto o desgosto, é um pouco sozinho
    É um estrepe, é um prego, é uma ponta, é um ponto
    É um pingo pingando, é uma conta, é um conto

    LAGARTOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!

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