... significa que estamos em muito maus lençóis.
E não estou a falar de Jorge Jesus.
terça-feira, 1 de maio de 2012
terça-feira, 17 de abril de 2012
Quem sabe...
...Se daqui a 30 anos não estarão Secretários de Estado, ex-Presidentes da República e outras figuras públicas a celebrar a chegada ao poder, no Sporting, do homem que revolucionou o futebol lagarto e o conduziu a grandes êxitos nacionais e internacionais que nos deverão orgulhar a todos...
Antecedentes não faltam.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Ah, insensatez...
Os agentes da PJ que estão a investigar os pagamentos de dirigentes do Sporting a árbitros não sabem onde se meteram.
Não foi há muito tempo que um jornal diário português foi obrigado pelo Supremo Tribunal a contribuir com 75 mil euros para o orçamento dos lagartos. O motivo da pena? Publicou uma notícia VERDADEIRA sobre uma dívida do SCP ao Estado.
Já estou a ver como tudo isto vai acabar. Até já vejo a notícia:
"Apesar de admitir que o Sporting, através do seu vice-presidente, pagou a um árbitro manipulando assim uma competição; apesar de admitir que o Sporting, através de um alto dirigente, devassou dados pessoais de árbitros para posteriormente os chantajear, juiz condena investigadores da PJ com o argumento de que a investigação do caso lesou o clube no seu bom-nome e reputação."
Não foi há muito tempo que um jornal diário português foi obrigado pelo Supremo Tribunal a contribuir com 75 mil euros para o orçamento dos lagartos. O motivo da pena? Publicou uma notícia VERDADEIRA sobre uma dívida do SCP ao Estado.
Já estou a ver como tudo isto vai acabar. Até já vejo a notícia:
"Apesar de admitir que o Sporting, através do seu vice-presidente, pagou a um árbitro manipulando assim uma competição; apesar de admitir que o Sporting, através de um alto dirigente, devassou dados pessoais de árbitros para posteriormente os chantajear, juiz condena investigadores da PJ com o argumento de que a investigação do caso lesou o clube no seu bom-nome e reputação."
terça-feira, 10 de abril de 2012
Eclesiastes 3:3
Sr. Presidente: não preciso de justificações. Não preciso de desculpas. Não preciso que me fale de arbitragens. Não agora.
Há um tempo para tudo. É sabedoria antiga. Já houve um tempo para investir em jogadores e numa equipa técnica milionária que "conhecesse o futebol português", um tempo para achar que podíamos combater o sistema através da denúncia (como se houvesse, neste país, instâncias idóneas às quais recorrer em busca de Justiça), já houve um tempo para arranjar bodes expiatórios entre os nossos, para nos lamentarmos das nossas falhas, para nos lamentarmos do sistema, e até para depositar "toda a confiança" em inimigos confessos do Benfica.
Há mais alguma coisa para aprender? Há alguma prova dos noves que falte fazer?
Então agora é tempo de quê?
Há um tempo para tudo. É sabedoria antiga. Já houve um tempo para investir em jogadores e numa equipa técnica milionária que "conhecesse o futebol português", um tempo para achar que podíamos combater o sistema através da denúncia (como se houvesse, neste país, instâncias idóneas às quais recorrer em busca de Justiça), já houve um tempo para arranjar bodes expiatórios entre os nossos, para nos lamentarmos das nossas falhas, para nos lamentarmos do sistema, e até para depositar "toda a confiança" em inimigos confessos do Benfica.
Há mais alguma coisa para aprender? Há alguma prova dos noves que falte fazer?
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| Minuto 44 |
Então agora é tempo de quê?
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Ainda o João Gobern
De João Gobern só havia a esperar, mesmo em pleno estúdio de televisão, que ao saber de um golo dramático do Benfica, o saudasse. O que fazia ele no estúdio de televisão? Opinava sobre futebol. Pois foi o que Gobern fez, e bem, de punho no ar.
Ao contrário do que pensam os geómetras das linhas de passe e os aritméticos da situação de um para um, o futebol não é nada disso, é um jogo, é paixão.
Esses nossos parolos cientistas da bola que falam dela como ninguém usa no mundo do futebol televisivo, exceto por cá, fazem passar a objetividade da opinião em futebol como uma virtude, quando é uma forma capada de o contar. As melhores páginas em língua portuguesa sobre futebol são de Nelson Rodrigues, cegueta incapaz de ver o relvado do meio da bancada do Maracanã, mas que narrava um jogo como ninguém, só iluminado pela cegueira pelo seu Fluminense.
Soubessem as televisões o que é o futebol e só tinham gente sincera e talentosa a torcer pelos seus clubes ou, então, quem se derreta seja pela bola colada ao pé esquerdo de Messi, seja pela arrancada de galgo de Cristiano, torcendo pelo mais belo jogo do mundo.
Gobern foi despedido por se emocionar com o futebol - quando essa era uma das justificações para ele ter sido escolhido. Entretanto, continuam os trios de amanuenses, cada um posto lá porque a direção de um clube o escalou, e que fingem que são imparciais em qualquer penálti, seja na "nossa" área, seja na "deles".
Ferreira Fernandes «DN» de 5 Abril 2012
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